Sustentável 2008
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NOTAS
3ª parte do Relatório do IPCC da ONU
Amenizar efeito estufa custa 3% do PIB mundial, diz relatório.
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Pacto de Ação em Defesa do Clima
Empresas aderem a pacto pela sustentabilidade proposto pelo CEBDS.
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Programação do Sustentável 2008

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) tem o prazer de convidá-lo(a) para participar do Encontro Lucro x Sustentabilidade, o primeiro debate do Sustentável 2008 - Ciclo de Encontros sobre Sustentabilidade e Gestão Responsável, um evento aberto ao público.

Especialistas de diferentes segmentos da atividade empresarial, como também do meio acadêmico e da sociedade civil organizada, discutirão o dilema contido na relação entre esses dois conceitos, Lucro e Sustentabilidade. Precisamos aprender a inserir o S de Sustentabilidade na equação do lucro para tornar as empresas mais competitivas.

 
4º Encontro

O Papel da Comunicação na Sustentabilidade – Vitória, 13 de agosto de 2008

Entre os profissionais e empresas de comunicação do país, há muitos que despontam como referência em sustentabilidade. Contudo, as informações veiculadas à sociedade (pelas mídias, empresas e organizações socais) relativas aos grandes temas de desenvolvimento sustentável ainda têm muitas vezes sido rarefeitas e sem substância. O envolvimento maior de profissionais e empresas de comunicação vai acelerar o processo de assimilação dos conceitos e práticas da sustentabilidade. Trata-se de fator estratégico e de caráter educacional, imprescindível para acelerar o processo de mudanças.

O evento de Vitória representará uma excelente oportunidade para discutir os mecanismos de capacitação de jornalistas e de outros profissionais da mídia, a qualidade e a responsabilidade do fluxo de comunicação entre o setor empresarial e a sociedade, além de temas como o papel dos veículos de informação pública nesse contexto.

Patrocínio bronze local:
ArcelorMittal

Apoio Institucional:
Abrapcorp Aberj

 Agenda preliminar

08h30

Credenciamento e café de boas vindas

09h00

Abertura – Fernando Almeida, Presidente Executivo do CEBDS

                 

 

Painel 1: Sustentabilidade e Comunicação: Informação, educação e mudança de comportamento.




09h15








10
h45





















11h30

11h40




12h20

Primeiro Bloco
Presidente da Mesa:
Marina Grossi, CEBDS

Expositor 1 - Lynette Thorstensen
- Diretora de comunicação - World Business Council for Sustainable Developement (WBCSD  - Genebra)
“Perspectiva internacional em comunicação e sustentabilidade”

Expositor 2 - André Trigueiro - Jornalista  - Globonews
“A cobertura da mídia em sustentabilidade: contradições, limites e desafios.”

Debatedores  (seguido de perguntas do público)

G
uillherme Canela – ANDI

O discurso mediático sobre sustentabilidade e mudanças climáticas reflete de fato as preocupações da sociedade? Quais são as características mais marcantes desse discurso se comparado ao discurso emitido por organizações sociais, governos e empresas? Na abordagem mediática atual como são vistas as responsabilidades das organizações de diferentes setores e dos cidadãos? Qual são especificidades do Brasil nesse contexto se comparado a outros países?

Luciano Martins, Jornalista - Observatório da Imprensa
Qual o papel da imprensa na implantação de uma agenda de discussão e mudança de comportamento em prol de um mundo sustentável? Como ela tem se comportado no Brasil e no mundo?

Perguntas

Break

Segundo Bloco:

Teresa Cruvinel/ Presidente da TVBrasil (a confirmar)
 “Comunicação pública e educação para sustentabilidade

Debatedores

Professor Clóvis de Barros – USP

Como avaliar o Brasil e o mundo em termos de educação para sustentabilidade? Como diferentes programas têm contribuído para mudança de hábitos de consumo e modos de vida? Qual é o papel e as limitações da escola nesse sentido? Como a comunicação em campanhas públicas pode contribuir (e tem contribuído) para mudança de comportamento em prol de um consumo sustentável e consciente?

Representante  WWF (a confirmar)
Qual a percepção do brasileiro e dos diversos setores em relação à sustentabilidade? Qual a relação entre percepção e ação em relação ao tema? Como se pode caracterizar a pegada ecológica do Brasileiro? Qual é a real abragência do “consumo consciente” no Brasil?

Perguntas

13h25

Almoço

 

Painel 2: A importância da conservação para a manutenção dos  serviços ambientais Moderador: Beatriz Bulhões

14h30















15h50




















16h50

Presidente da Mesa: Eraldo Carneiro, Petrobras e presidente da CT de Comunicação do CEBDS

Solitaire Townsend  - CEO  -  Futerra Sustainability Communications (London)
“Comunicação em sustentabilidade: a tentação e o risco do “greenwash” para as empresas”

Nicolas George Trad - Gerente de parcerias - Reputation Institute (New York)
“Como construir e manter reputação da empresa com base em valores éticos e sustentáveis? Como a reputação pode efetivamente influenciar na valorização da empresa e consolidação de bons negócios?Como podem-se mensurar tais resultados?”

Debatedores

Paulo Nassar, ABERJE
Como as empresas têm assimilado conceitos e práticas de sustentabilidade e como isso tem transparecido em seus discursos e ferramentas de comunicação corporativa? Qual o papel do comunicador no complexo processo de internalização de princípios, consulta aos steakholders e comunicação de resultados em sustentabilidade?

Celia Rosemblum, Editora de projetos especiais - Valor Econômico e Pablo Barros, Coordenador CTCOM CEBDS e Revista Brasil Sustentável
Existe hoje no Brasil uma capacidade crítica capaz de distinguir discurso e ação em sustentabilidade? Como perenizar uma cultura capaz de valorizar empresas pioneiras e distingui-las daquelas que usam greenwash de forma abusiva? Como compartilhar esses valores com audiências distintas? Quais caminhos possíveis para a construção de limites regulatórios em comunicação e sustentabilidade?

Perguntas

17h05 

Encerramento - Fernando Almeida, Presidente Executivo do CEBDS

Inscreva-se já para este evento.

5º Encontro

Mudança do Clima e o uso sustentável da terra
Data: 10 de setembro de 2008
Hotel Crownie Plaza - Belém

O Brasil possui certamente a matriz energética mais limpa do mundo, mas não tem conseguido aproveitar esse trunfo no cenário mundial. As dificuldades surgem porque ainda não fomos capazes de construir uma política correta para manter nossos recursos hídricos e, como uma das conseqüências acabamos por “sujar” nossa matriz com a utilização de termoelétricas para geração de eletricidade.

Contudo, nosso maior desafio na área de mudança do clima é reverter o processo de desmatamento e queimadas, principalmente na Amazônia. Somos o quarto maior emissão de CO2 de mundo e pelo menos 70% de nossas emissões têm origem no desmatamento e nas queimadas. O agronegócio não pode ser sinônimo de devastação. Questionar e apontar caminhos para equacionar a dicotomia entre o agronegócio e a sustentabilidade são alguns dos objetivos do encontro que encerra a temporada de eventos de 2008. Neste encontro, convidados multisetoriais estarão reunidos para discutir os desafios e as vulnerabilidades na condução dos agronegócios face às mudanças climáticas, aspectos fundamentais no atual cenário brasileiro e mundial.

Inscreva-se já para este evento.

Cobertura do 3º Encontro

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, CEBDS, reuniu em Recife, na Fundação Joaquim Nabuco, empresários do setor pesqueiro, pesquisadores, professores,  representantes de ONGs, empresas e do Governo Federal em torno do tema: Biodiversidade e Pesca: Serviços Ambientais Ameaçados?

Desde a abertura, comandada pela diretora do CEBDS, Beatriz Bulhões, do representante da Fundação Chico Mendes, Cleiton Pontes e de Alexandrina Sobreira de Moura, da Fundação Joaquim Nabuco, e de Luciano Ramos, da Petrobras, o 3º Encontro Sustentável 2008, realizado em Recife, na Fundação Joaquim Nabuco, diagnosticou e apontou perspectivas para o setor.

Durante um dia inteiro, em três painéis, foram discutidas as perspectivas nacional e internacional, a importância para a manutenção dos serviços ambientais e o uso racional dos recursos pesqueiros. Moderado por Alexandrina Moura o Painel 1, sob o tema: Diagnóstico e Perspectiva Internacional e Nacional teve a participação de John Finisdore, do World Resources Institute, de José Dias, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), e Mauro Luis Rufino, da secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP), do Governo Federal.

Finisdore ressaltou a importância das oportunidades de negócios quando se integra à economia e o meio ambiente. “Podemos encontrar formas de saída para as populações carentes explorarem a pesca, preservando mangues e outros ecossistemas, mas é preciso avaliar os riscos e promover as oportunidades de negócios que mantenham as áreas costeiras produtivas e renováveis”, disse.

Finisdore mostrou, por meio de mapas e gráficos, como uma empresa pode aumentar sua eficiência e lucratividade diminuindo os riscos ao meio ambiente. Finisdore citou também exemplos da África do Sul e da Índia como experiências bem-sucedidas no esforço de oferecer oportunidades de bons negócios no setor pesqueiro.

José Dias, do IBAMA, traçou um mapa das áreas costeiras e marinhas brasileiras. Ressaltou que a produtividade da pesca no oceano Atlântico Sul é bem menor que a do Atlântico Norte. “Nossa vantagem não é a quantidade de peixes, mas a biodiversidade. Temos de investir numa pesca mais variada para preservação dos estoques. O que eu tiro do mar, implica necessariamente naquilo que o outro pescador pode retirar”, afirmou. Dias fez questão dizer que os Estados fracassaram na gestão de promover o uso sustentável dos recursos pesqueiros e que só a conscientização dos pescadores, sejam eles trabalhadores da pesca artesanal ou industrial, pode representar um futuro para a atividade.

Mauro Rufino, representante da SEAP, entretanto, reafirmou o que classificou como missão do governo de promover o desenvolvimento sustentável da pesca para que haja soberania alimentar no Brasil. “Isso é uma questão fundamental para que haja inclusão social e econômica no País”, afirmou. Segundo ele a atividade pesqueira movimenta perto de 700 mil empregos diretos no Brasil. Destes, 60% em pesca artesanal. “É muita gente envolvida na pesca, para que não exista a promoção de um bem-estar humano associado ao bem-estar ecológico. Uma coisa não existe sem a outra. Nosso dever é consolidar uma política de gestão publica para o desenvolvimento de uma aqüicultura eficiente e sustentável”, frisou.
As discussões prosseguiram no Painel 2, no qual foi discutida a importância da conservação para a manutenção dos serviços ambientais. Mediada pela diretora do CEBDS, Beatriz bulhões, a mesa contou com a participação de Roberto Galluci, representante do Ministério do Meio Ambiente, Moacir Araújo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e de Clemente Coelho da Universidade de Pernambuco (UPE).

As palestras foram abertas por Galluci que explicitou para a platéia presente as políticas nacionais de conservação de ambientes marinhos e o uso racional dos recursos. Galluci mostrou o Plano nacional de Áreas Protegidas, que pretende até 2012 criar um sistema efetivo de conservação marinha. Estas áreas pretendem conservar os estoques pesqueiros por meio de uma unidade de proteção integral. “Precisamos de áreas de uso restrito que ordenem territorialmente a pesca, que protejam a desova e os estoques pesqueiros. Basta que tenhamos para isso informações mínimas para a conservação da destas áreas”. Segundo Galluci, as áreas marinhas protegidas poderão em pouco tempo dobrar a quantidade de peixes, triplicar a quantidade de biomassa e aumentar em cerca de 30% as áreas de manguezais e os recifes costeiros que sofrem com a erosão, com o turismo predatório e com o aumento de temperatura dos oceanos.

O professor de Oceanografia Moacir Araújo da UFPE prosseguiu os trabalhos falando dos aspectos biológicos, físicos, químicos e geomorfológicos dos oceanos. Para ele, a grande pressão demográfica na costa de Pernambuco é uma das principais ameaças ao ecossistema marinho. “A presença maciça do homem na costa e suas necessidades de sobrevivência são responsáveis pela devastação dos mangues e áreas marinhas no nosso litoral. É claro que existe uma resiliência (capacidade da natureza em renovar-se), mas o ser humano não pode prescindir da preservação”, disse. Araújo defendeu também a participação de Estados e Municípios no gerenciamento das questões de meio ambiente, sobretudo na questão do desenvolvimento do conceito de cidadania. “Outra questão importante é a transferência de recursos privados para o setor público que pode ajudar, e muito, nisso. Hoje, quatro milhões de pessoas vivem na região costeira de Pernambuco. A pesca e o turismo dependem primordialmente da preservação desta biodiversidade”, concluiu.

Clemente Coelho, da UPE falou do ecossistema manguezal, da importância de sua preservação para o desenvolvimento das atividades sócio-econômicas no litoral brasileiro. “O manguezal ocupa uma área enorme. Vai do Oiapoque a Laguna, em Santa Catarina. No Norte, ele se mistura aos sedimentos do Rio Amazonas, no Nordeste, alimenta os recifes costeiros, no Sudeste, à Serra do Mar, e no Sul, às praias longas. Em cada região apresenta diferentes aspectos sociais e culturais das populações dessa imensa costa. Muitos manguezais morreram ou estão morrendo, mas é possível reverter esse dano”, disse. Segundo ele, há um estudo para instalação de uma refinaria da Petrobras próxima ao Porto de Suape que está levando ao um estudo mais profundo na preservação da biodiversidade costeira. “É necessário que haja uma interação entre os processos costeiros e as atividades econômicas e sociais dos estuários e manguezais. O homem precisa de desenvolvimento econômico, nosso estado precisa dessa refinaria, por exemplo, mas precisamos investir na educação para que tenhamos futuro”, completou. Para isso, Coelho disse que é preciso respeitar também as leis. O Brasil é signatário da Convenção de Ramsar, assinada em 199, na Costa Rica. Nela, 121 países se comprometeram a conservar as áreas úmidas e os manguezais e até agora, pouco ou nada foi feito nesse sentido.
Da teoria á prática, o Painel 3, teve a moderação de Beatriz Mesquita, da Fundação Joaquim Nabuco e a participação de Alexandre Alter Weinberg, dono da Primar Orgânica, uma fazenda de camarão orgânica, na Praia de Pipa, Rio Grande do Norte, de Hugo Zechin, da Petrobras e de Alberto campos do projeto Aquasis mostrou o lado empresarial diante da necessidade de um uso racional dos recursos pesqueiros. Weinberg, por exemplo, falou da boa experiência que vem vivenciando no cultivo de camarão sem fertilizantes, ração ou qualquer interferência que não seja natural. “Os camarões que crio se alimentam da forma mais natural possível, ou seja, é com a preservação dos manguezais que eles buscam o alimento para crescer”, informou. Weinberg é um dos maiores expoentes entre os cultivadores da carcinicultura (criação de crustáceos) no estado do Rio Grande do Norte. Seus camarões, chamados de camarões orgânicos, são exemplos de como o investimento na idéia de uma criação sustentável pode dar resultados e lucros. “Hoje, o mercado é quem determina o que vai ser vendido ou não. O sabor do camarão cultivado de forma natural é muito melhor do que sofre com a intervenção do homem na maioria das fazendas, com ração e fertilizantes. A partir daí, da mudança de consciência da população consumidora é que vamos implementar uma mudança de atitude por parte dos produtores”, afirmou Weinberg.

Hugo Zechin falou da experiência do projeto Petrobras Mosaico Mar, nas comunidades de pescadores de 14 cidades da Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro; Arraial do Cabo, Macaé e São Francisco de Itabapoana fizeram parte, primeiramente, do projeto piloto. O projeto, um programa voluntário da Petrobras, desenvolve nas comunidades pesqueiras o sentimento de cidadania e de uma gestão sócio-participativa fornecendo cursos de artesanato, capacitação, segurança de navegação e combate a incêndio e articulando com instituições para a regulamentação e capacitação dos pescadores artesanais. “O projeto tem a vigência de dez anos, portanto, vai deste ano até 2017. Neste tempo, pretendemos dar benefícios aos pescadores, inclusive fornecendo identificação civil e alfabetização para que despertem neles uma maior consciência na preservação do meio de onde eles tiram seu sustento”, contou Zechin. O trabalho do projeto investe, inclusive, no apoio à Marinha do Brasil para o cadastramento dos pescadores – feito por ela, a Marinha – e sua regulamentação, inclusive na obtenção da Carteira de Pescador Profissional (Carteira POP) – também uma atribuição da própria Marinha –, uma identificação para que eles possam pescar na costa brasileira. “A carteira POP, para a Marinha, é como a habilitação de motorista para o DETRAN. Havia um grande número de pescadores que não a possuía e quando a Marinha encontra alguém sem ela, pode confiscar o barco”, informou.

 

O Painel 3 foi encerrado com a participação de Alberto Campos, engenheiro de pesca, que relatou sua experiência no Ceará e seu trabalho na defesa da base ecológica para manter os berçários e o ciclo de vida das espécies. “Preservar pequenas áreas marinhas protegidas é o caminho. Banco de algas, campos de gramíneas, recifes costeiros, estuários e manguezais. “É preciso trabalhar uma pesca multiespecífica. A sociedade tem de assumir as rédeas do processo, senão em pouco tempo, espécies vão desaparecer rapidamente. No Ceará, a pesca predatória da lagosta já causou vários estragos”, alertou. “Depois que o investimento nas salinas destruiu os manguezais, agora, é a febre do camarão. A luta é árdua e o pequeno pescador é importante nesse processo, já que os empresários vêem a atividade aqüífera somente como um negócio que tem de dar lucro até a exaustão. Quando acaba, eles partem para outra atividade, deixando tudo devastado”, concluiu.

 

Na Imprensa

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Vídeos

Veja em breve os vídeos dos eventos do Sustentável 2008.

Entrevistas

Fernando Almeida
O presidente executivo do CEBDS, Fernando Almeida, fala sobre o tema do primeiro encontro: Lucro x sustentabilidade.
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Cobertura do Evento

Saiba o que aconteceu no 1º Encontro do ciclo de 2008.

Galeria de Fotos

Veja as fotos do 1º Encontro do ciclo de 2008.

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